Aos pés da escada de Mademoiselle, o flashback futurístico da Chanel

Luiz Fernando Vieira Miranda

Na Chanel, a coleção de pré inverno recebe outro nome: Métiers d’Art . Isso por que é mostrado na passarela da marca o trabalho manual de plumas, chapéus, bordados e luvas confeccionados em atelies parisienses especializados na construção dessas pequenas joias. Além disso, essa é a primeira coleção (deste formato) comandada por Virginie Viard, que assumiu a direção criativa da grife a pós a morte de Karl Lagerfeld, em fevereiro passado.

A coleção foi batizada como “31 rue Cambon”, endereço na capital francesa onde a própria Coco Chanel começou seu império, no século passado. O cenário ficou a cargo da cineasta Sofia Coppola (mulheres no comando) que recriou no Grand Palais a icônica escada espelhada da marca onde foram desfilados pela primeira vez os ícones da Chanel.

Como era de se esperar, Virginie seguiu trabalhando o estilo bicolor clássico Chanel/Karl/Viard, conjuntos em matelassê, colares de pérolas e as calças que transformaram o guarda roupa feminino no pós guerra. Os vestidos fluidos e claros ornamentados com plumas e poucas peças metalizadas (oi futuro? cê vai bem?) são o maior respiro da coleção, que termina em uma sequencia de preto e branco límpida e precisa.

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